domingo, março 31, 2013

"LINUX" - HISTÓRIA VISUAL

GNU/LINUX claro mas hoje em dia a generalização vai vencendo.

LINUX mesmo LINUX será apenas algo aproximado com:
"In October 1991, Linus Torvalds releases the first version of Linux. It doesn't do much, but it runs BASH and GCC and, as Torvalds puts it, "it probably never will support anything other than AT-harddisks.""

Hum, quem diria que uns poucos anos mais tarde passaria a "support everything" estando omnipresente na nossa vidinha digital!?

Lembro-me de quase tudo que é mais antigo excepto Gnome 1 - kde mas principalmente "daquele" aspecto a la uwm/twm que mantive durante muitos anos nas distribuições que usava embora, mais para a frente, ligeiramente alterado com um ar mais a NeXTSTEP. Mesmo posteriormente, quando passei a fã incontestável de kde, mantinha por perto a "nostalgia". Infelizmente, estas lembranças acarretam um grande problema - é que me lembro de tudo como se fosse ontem...



Ligação para original...

terça-feira, março 19, 2013

PARA O GOVERNO DE PORTUGAL

Após a derrota da proposta Canavilhas, dejecto 118, e numa altura que alguns deputados andam a fazer favores aos tais que se auto-proclamam defensores dos direitos dos outros, leiam, aprendam e acabem lá com os favores aos bobbys.

Este elaborado e credível estudo (ver de onde vem...), executado através de parâmetros que visam retirar parte da subjectividade apresentada por muitos outros, obtém claramente algumas conclusões que há muito praticamente todos (sensatamente) sabiam:
- "If this estimate is given a causal interpretation, it means that clicks on legal purchase websites would have been two percent lower in the absence of illegal downloading websites."
Ou seja, os "clicks" ilegais não afectam os "clicks" legais. Indo mais longe, constataram que um aumento de 10% em "clicks" ilegais originavam um aumento de 0,2% em "clicks" legais. Pode parecer pouco mas quando comparado com a mesma bitola nos legais/legais estes originam apenas 0,7%. Mais ainda, embora os 0,2% pareçam pouco o que é facto é que existe efectivamente um aumento rechaçando completamente a fórmula dos bobbys a qual apregoa que para um aumento de ilegalidade existe sempre uma diminuição nos conteúdos legais!

Outra percepção que todos com uma pontinha de inteligência tem é que a grande maioria dos consumidores (sim, aqui já não são apenas os tais "clicks"...) ilegais não tem nem nunca teriam a intenção ou possibilidade de comprar tais conteúdos legais:
- "All of these results suggest that the vast majority of the music that is consumed illegally by the individuals in our sample would not have been legally purchased if illegal downloading websites were not available to them.".
É certo que toda a gente sabia disto mas também é certo que os tais bobbys distorcem a realidade conforme lhes convém persuadindo alguns incautos governantes a irem na conto-de-vigário deles!

Para além destas conclusões existem outras de carácter cultural e de facilidade de acesso a conteúdos legais que também eram do conhecimento geral:
- "There are various possible explanations for these country differences. First, unobservable cultural characteristics could explain the use of different types of music consumption channels. Second, market forces, and in particular the limited access to legal digital purchasing websites, could influence the illegal downloading activity of consumers."
Conforme se pode ler grande parte da culpa não recai sobre os ombros dos consumidores mas sim nas práticas dos "vendedores" de conteúdos legais!

O QUE ELES NÃO QUEREM QUE SE SAIBA
Embora o documento seja extenso e com formulação que não interessa ao mais comum dos mortais se avançarmos para o ponto 5 Conclusion and Discussion poderemos ter a noção de alguns números que certos sectores não querem que se saibam, como por exemplo:
- "Indeed, digital music revenues have increased more than 1000% during the period 2004-2010, and growing 8% globally in 2011(...)";

- "Our results are in line with the findings of recent papers analyzing music piracy (Bastard et al., 2012; Hammond, 2012). Essentially these papers show that illegal music downloads have little or no effect on legal digital sales. These findings complement and do not contradict earlier research that found substantial amounts of sales displacement of legal physical music sales by illegal digital downloads.";

- "Taken at face value, our findings indicate that digital music piracy does not displace legal music purchases in digital format. This means that although there is trespassing of private property rights (copyrights), there is unlikely to be much harm done on digital music revenues.";

- "our findings suggest that digital music piracy should not be viewed as a growing concern for copyright holders in the digital era. In addition, our results indicate that new music consumption channels such as online streaming positively affect copyrights owners.".

Em resumo, na era digital, de forma inequívoca é bem patente que não são os downloads ilegais a causar mossa nas vendas de conteúdos legais mas sim as práticas daqueles que querem vender esses conteúdos. Portanto, tirem esse disco/CD que a música é outra e senhores governantes:
- NÃO SE DEIXEM ILUDIR POR AQUELES QUE VOS FAZEM AS PAPAS-NA-CABEÇA. Caso contrário se continuarem a insistir com diplomas que condenam antecipadamente toda a gente como culpados outras conclusões se poderão retirar que certamente não serão nada agradáveis...

Fico por aqui embora existam mais conclusões que de forma inequívoca destroem o edifício da MAFIAA  e seus fiéis amigos que todos podem ler no documento elaborado pelos investigadores Luis Aguiar e Bertin Martens para EUROPEAN COMMISSION- JOINT RESEARCH CENTRE - IPTS.

NOTA ADICIONAL: Este texto foi redigido de acordo com a vigência do pacto que a grande maioria remeteu para depois de 2016 se é que alguma vez o exigirão.

sexta-feira, março 08, 2013

INGRESS

Hoje, como tinha algumas dúvidas para esclarecer, fui até Google+ de Ingress. Lá chegado andei a dar uma volta a ver se alguém já tinha colocado alguma das dúvidas que tinha e respectiva resposta. não tardou muito a ver uma delas colocada de uma forma que, sem qualquer sombra de dúvida, dava azo a outras interpretações:
- "I can´t see streets while playing Ingress - any tipps?"

A resposta foi pronta e correctamente respondida mas sem que contudo aparecessem por lá algumas respostas mais típicas a este tipo de pergunta:
- "Take the phone down and open your eyes."
- "look down. street is usually near feet"
- "[Blow nose] optional."

Entretanto o homenzinho ficou chateado. Sinceramente, com uma pergunta daquelas o que é o tipo esperava!?
Há sempre cada "careta" sem pinta de humor!
O mais interessante é que eu estava para elaborar uma pergunta semelhante...  :-)
No meu caso, claro que me iria rir no se aparecerem por lá comentários idênticos tal como aconteceu com estes.

MIR...

Um dos assuntos que tem dado que falar é este "desvio" por parte da Canonical e pelo que tenho lido existe muita gente a criticar negativamente esta opção.

Pessoalmente, tenho por opinião que tudo o que possa ser feito para melhorar esta sensível área é sempre bem-vindo desde que todo este esforço seja aberto a toda a gente. Assim, sinceramente não compreendo algumas críticas que me parecem mais de velhos-do-Restelo do que outra coisa. Como é óbvio, caso se torne num golpe para dar numa de Apple e guardar este desenvolvimento num cofre bem fechado beneficiando única e exclusivamente o seu querido filho e enteados, é mau, muito mau.

Assinalável é verificar que existe um grande interesse por parte da NVIDIA e provavelmente da AMD/ATI em trabalhar conjuntamente com a Canonical para conseguir tal objectivo.

Neste momento, ainda é cedo para alguém poder dizer alguma coisa em concreto pelo que será preciso esperar algum tempo para "ver" até que ponto esta será uma boa ou má iniciativa. Lamentavelmente, mesmo sem este conhecimento, os movimentos pró/contra começaram uma guerra de alecrim-e-manjerona que em nada beneficia a comunidade.

Esperem um pouco, porra. Deixem ver no que isto dá e depois opinem. Basta desta treta e acabem lá com esta ridícula intocabilidade de alguns tabus que renitentemente ousam em persistir dentro de uma comunidade que se quer Livre e Aberta. As "novidades" caso sejam más ponham de lado mas caso sejam boas aproveitem ao máximo a oportunidade oferecida.

Aviso: até posso afirmar que nunca fui um frequente utilizador das distros da Canonical e muito menos de Ubuntu. Neste momento tenho apenas um antigo portátil com Xubuntu 12.04 que anteriormente também teve Lubuntu 10.04 e Ubuntu 6.06/8.04 ou seja LTS. Nas máquinas mais modernas tive praticamente sempre Fedora/KDE mas com o actual 18 também chegou a altura de largar este vício tendo, após muitas escolhas, optado pelo openSUSE 12.3 (obviamente KDE) cuja versão final sairá dentro de poucos dias.